Pular para o conteúdo

Guia

Sistema para restaurante: do que você precisa e como escolher

Um sistema para restaurante é o que conecta o que acontece na mesa com o que acontece na cozinha e no caixa. Em vez de um cardápio em PDF, um bloco de comandas e uma planilha de vendas, o pedido é registrado uma vez só e todo mundo vê na hora.

O que separa um produto do outro não é a lista de funções: todas se parecem. É quanto da sua operação ele cobre sem obrigar você a comprar equipamento, e se você consegue sair com os seus dados quando quiser. Este guia é o que vale perguntar antes de assinar.

Os cinco módulos

Qualquer sistema do setor se monta com estas cinco peças. A diferença está em quais ele traz e quais deixa você resolvendo por fora.

O cardápio

O menu que o cliente vê, com preços, fotos e alérgenos. Digital quer dizer que você muda e já mudou na mesa, não que está em PDF.

Está faltando se: Você tem preços riscados a caneta, ou um cardápio impresso que não se atualiza porque reimprimir custa.

A tomada de pedidos

Onde se registra o que a mesa pediu: a equipe de salão pelo app, ou o próprio cliente pelo celular. É o ponto em que o pedido deixa de existir só na cabeça de alguém.

Está faltando se: Saem pratos errados e ninguém consegue reconstruir quem pediu o quê.

A cozinha

A comanda que entra na praça certa, com status. Substitui o papel no gancho e o garçom cantando o pedido.

Está faltando se: A cozinha não sabe o que está atrasado até o garçom perguntar.

O pagamento

Como a mesa fecha: no caixa, na maquininha de sempre, ou pelo celular do cliente. E como isso se concilia depois.

Está faltando se: A mesa fica ocupada quinze minutos esperando a conta.

Os dados

O que vendeu, a que hora, com que ticket médio e qual prato não sai. É o único módulo cuja falta você só percebe depois de ter.

Está faltando se: Você sabe quanto faturou mas não por quê, e decide o cardápio de memória.

Seis perguntas antes de assinar

Em ordem de quanto dói errar, não de importância teórica. As duas primeiras são as que afundam implantações inteiras e as que menos se perguntam.

  1. 01

    Que hardware ele te obriga a comprar?

    Tem sistema que começa com um terminal, uma impressora de comanda e um contrato de suporte. Um sistema web roda nos celulares que a sua equipe já tem e no computador da loja. Antes de olhar a mensalidade, some o equipamento: é onde o orçamento do primeiro ano vai embora.

  2. 02

    O cliente precisa instalar alguma coisa?

    Se o cardápio pede para baixar um app, metade da mesa não abre e o garçom acaba anotando do mesmo jeito. O cardápio tem que abrir no navegador ao ler o QR Code, sem cadastro e sem tela intermediária.

  3. 03

    Ele emite a nota fiscal do seu país?

    São duas coisas diferentes e vale perguntar separado: se o fornecedor emite nota da assinatura, e se o sistema emite o comprovante do consumo no órgão que corresponde — a SEFAZ do seu estado no Brasil, o SAT no México, a DIAN na Colômbia. Um sistema que emite num país não emite automaticamente no vizinho.

  4. 04

    Como o dinheiro entra?

    Se você vai cobrar na mesa, veja com que meio de pagamento ele integra e se concilia sozinho. Um checkout que não concilia só muda o problema de lugar: em vez de contar dinheiro, você cruza planilhas.

  5. 05

    Aguenta mais de uma loja?

    Várias unidades não é ter duas contas. É um painel onde cada loja tem o seu cardápio, os seus preços, a sua equipe e a sua identidade, e você vê as cinco juntas. Se hoje você tem uma mas pensa em abrir outra, pergunte assim mesmo: migrar depois é cadastrar o cardápio duas vezes.

  6. 06

    Você consegue sair?

    Pergunte três coisas: se tem fidelidade, como se cancela, e em que formato você leva o catálogo e o histórico de pedidos. Um fornecedor que não consegue responder a terceira está dizendo que os seus dados não são bem seus.

Os quatro erros que saem mais caro

Escolher pela lista de funções

Todas as listas se parecem. O que não se parece é como o sistema se comporta numa sexta às nove da noite com o salão cheio. Teste com uma mesa de verdade antes de assinar.

Comprar o hardware primeiro

O terminal é o mais difícil de devolver. Comece pelo software, com os aparelhos que você já tem, e compre equipamento só quando souber o que falta.

Digitalizar o cardápio e deixar a comanda no papel

É metade do trabalho e o pior dos dois mundos: o cliente vê um cardápio moderno e o pedido continua sendo transcrito à mão. O erro de transcrição o QR Code não resolve.

Não perguntar pela saída

Escolhe-se olhando a entrada e nunca a saída. Fidelidade, custo de cancelar e exportação de dados são as três perguntas que definem se daqui a um ano você ainda escolhe ou já não pode.

Grátis ou pago

A pergunta aparece sempre, e a resposta honesta não é a que se esperaria de quem cobra.

Os cardápios por QR Code grátis existem e, se você só precisa publicar um menu digital, podem dar conta perfeitamente. Muitos se concentram justamente nisso.

Quando você também precisa conectar mesas, pedidos, atendimento do salão, cozinha, pagamentos ou dados, vale olhar o que cada produto realmente inclui e o que fica reservado para planos pagos.

O corte não é grátis ou pago. É se você precisa publicar um cardápio ou gerenciar parte da operação.

Se você está no primeiro caso, não pague: até o gerador de QR Code por mesa que publicamos aqui é grátis e não pede cadastro. Se você está no segundo, veja quanto da operação cada sistema cobre antes de comparar mensalidades: no TabloFlow o plano de entrada começa em US$ 15 USD por mês, sem IVA argentino.

Onde o TabloFlow está hoje

O TabloFlow é uma das opções que acabamos de descrever, então cabe ser claro sobre o que dá para contratar hoje e o que ainda está a caminho.

Hoje dá para contratar o Cardápio Digital: o cardápio digital por QR Code, o painel do cardápio, os pratos do dia, a gestão de mesas e o chamado do garçom. Roda no navegador, não exige hardware novo e o cliente não instala nada.

Os três planos seguintes somam a tomada de pedidos, o pagamento na mesa e o Kitchen Display (KDS) para a cozinha, com analytics. Ainda não dá para contratar: são 3 planos anunciados, não disponíveis. Se hoje você precisa da comanda na cozinha resolvida, o TabloFlow ainda não é o seu sistema, e preferimos dizer isso aqui e não no onboarding.

E aplicando a nós mesmos a pergunta lá de cima: a exportação self-service de dados ainda não está disponível.

O que a gente sustenta por escrito está em os termos: 15 dias de teste sem cartão, sem fidelidade e cancelamento pelo backoffice, sem custo e sem telefonema.

Perguntas na hora de escolher

O que se pergunta quem ainda não escolheu fornecedor.

Qual a diferença entre um PDV e um sistema de gestão para restaurantes?

Um PDV resolve o ponto de venda: lançar o consumo e cobrar. Um sistema de gestão cobre também o cardápio que o cliente vê, a comanda que chega à cozinha, as mesas e os dados do negócio. Muita casa usa o PDV para cobrar e não tem nada resolvendo o que acontece entre o pedido e o prato, que é onde se perdem tempo e acertos.

Preciso comprar hardware?

Depende do fornecedor. Um sistema web não precisa: funciona nos celulares da equipe e no computador que você já tem na loja. Os sistemas que exigem terminal ou impressora de comanda costumam somar à mensalidade um custo de equipamento que vale pedir por escrito antes de comparar preços.

Serve se eu já tenho um sistema fiscal?

Serve, e na maioria dos casos convém: o sistema fiscal é o mais específico de cada país e o mais caro de migrar. Você pode digitalizar o cardápio e a comanda e continuar emitindo e cobrando como sempre, no caixa ou na maquininha. O pagamento na mesa é uma etapa posterior, não um requisito para começar.

Um cardápio QR grátis não resolve?

Resolve se a única coisa que você quer é publicar o menu, e para isso eles são bons: muitos se concentram justamente nisso. Se você também precisa conectar mesas, pedidos, cozinha, pagamentos ou dados, olhe o que cada produto realmente inclui. O corte não é grátis ou pago: é se você precisa publicar um cardápio ou gerenciar parte da operação.

Quanto tempo leva para implantar?

O que demora é cadastrar o cardápio, não configurar o sistema. Com o menu carregado, uma unidade pode ficar operando no mesmo dia: cardápio, mesas, QR Codes e usuários. Se você tem o cardápio em PDF ou Excel, esse passo o fornecedor pode fazer.

Quantas pessoas da equipe precisam aprender a usar?

O cliente não aprende nada: escaneia e vê o cardápio. Do lado do salão, cada função vê só o que é dela, então o garçom aprende a tomada de pedidos e a cozinha aprende a tela dela. Quem precisa conhecer o sistema inteiro é quem administra cardápio e preços.

Teste no seu salão esta semana

Crie a sua conta, suba o cardápio e gere os seus QR Codes. Você pode estar no ar no mesmo dia e tem 15 dias completos para testar o TabloFlow com clientes de verdade.

  • Sem cartão
  • Você pode estar no ar no mesmo dia
  • Sem fidelidade

Ficou com dúvida antes de começar? hola@tabloflow.com